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20/07/2019 20:43

Com destaque para os atletas da base, Mano avalia empate em Salvador como positivo

- Angel Drumond

Foto: Vinnícius Silva

Feliz com o desempenho dos atletas na tarde desse sábado, contra o Bahia, o técnico Mano Menezes destacou a capacidade daqueles que estiveram em campo no empate de 0 a 0, fora de casa. O treinador lamentou a falta de entrosamento do time, mas afirmou que por muito pouco o time não venceu fora de casa, com uma equipe alternativa.

“A gente sai muito satisfeito com a postura deles, com a capacidade de responder bem. Viemos jogar com 11 jogadores diferentes contra o Bahia, uma equipe que vem fazendo uma campanha muito boa no Campeonato Brasileiro, que foi eliminada da Copa do Brasil pelo Grêmio, estava junto com a gente nas quartas de final. Isso dá uma noção boa do que esses meninos fizeram e que deixa a gente muito feliz. Talvez tenha faltado um pouco na última parte, no último terço no jogo, Mas aí falta aquele entrosamento de uma equipe que não joga, para trabalhar um pouco a bola. Mas é quase uma vitória que levamos daqui pela circunstância”, disse o treinador.

Apesar de jogar o segundo tempo com um jogador a mais, Mano Menezes lembrou as circunstâncias que tornaram a partida difícil para o Cruzeiro. Para o treinador celeste, a pressão por um bom resultado no Bahia e a escalação de vários atletas que vieram da base pela Raposa, e que jogaram pela primeira vez como titulares, transformou o empate em um bom resultado para a equipe Cinco Estrelas.

“O adversário, mesmo com um a menos, precisava vencer. Aí entra o pacote de tudo o que a gente vem fazendo e aí aumenta a pressão. Jogos sem vencer, uma oportunidade em casa contra o time reserva do Cruzeiro. Aí aumenta ainda mais a responsabilidade do Bahia. Mesmo com um homem a menos, a entrada do Lucca deu mais velocidade, principalmente quando a gente errou as jogadas. É por isso que tem que cuidar do jogo. Você quer ganhar, como queríamos ganhar, tínhamos um a mais, mas você não pode descuidar, porque já são jogadores mais rodados que os nossos, que eram meninos. Alguns fizeram o primeiro jogo com a camisa do Cruzeiro. Suportamos bem quando fomos atacados e tentamos definir quando a posse de bola era nossa”, concluiu.